A Nossa Aldeia |
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| A nossa aldeia fica situada
junto ao rio Zêzere. Na aldeia há muitas coisas para visitar: a capela, o centro de dia, a casa do povo, o jardim de infância, o campo de futebol, a escola, chafarizes antigos e um moinho. No verão vamos para o rio nadar e brincar. Nesta época, a aldeia tem mais pessoas, que vêm passar férias e visitar as famílias. A maioria da população dedica-se principalmente à agricultura e construção civil. Outra parte da população em idade activa é emigrante (França, Suiça). Uma vez por ano, no segundo Domingo de Agosto realiza-se a festa em honra da Nossa Senhora dos Aflitos. Adoramos viver na aldeia, porque é muito bonita, tem ar puro e não existe confusão.
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Vistas de Porto de Vacas |
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| A seguir escrevemos algumas coisas sobre a nossa aldeia para que fiquem a conhecê-la melhor. | |||||||||||||||
Como surgiu a nossa aldeia A aldeia de Porto de Vacas é habitada desde tempos antigos. Por estar situada numa encosta do rio Zêzere era um lugar de passagem de pessoas e animais para a outra margem do rio. Esta passagem era efectuada em barcas. Dizem as pessoas mais idosas da aldeia que o nome Porto de Vacas terá surgido por ser um porto e a passagem ser feita em barcas. |
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A FESTA DA NOSSA ALDEIA No Verão, no segundo fim-de-semana de Agosto, fazem uma festa na nossa aldeia. Essa festa é em honra da Nossa Senhora dos Aflitos e dura três dias. Começa sábado à noite com a actuação de um conjunto musical. Domingo de manhã deitam foguetes, depois há uma missa seguida de procissão pelas ruas da aldeias. À noite continua a festa com a actuação de um conjunto musical e alguns anos vem cá um cantor. Também fazem a quermesse e vendem rifas. A festa termina Segunda-feira à noite. Nestes dias de festa comem-se os pratos típicos da nossa região como: maranho, chanfana, cabrito, arroz doce, filhoses, bolo de azeite, tigelada, etc. RECEITAS Chanfana
Limpa-se a carne de cabra velha de peles e gorduras, escalda-se com água a ferver e corta-se em pedaços. Corta-se o presunto em fatias e a cebola em rodelas finas. No fundo de uma caçoila de barro preto de Molelos coloca-se uma camada de rodelas de cebola, sobre as quais se dispõem bocados de carne, fatias de presunto, o alho picado, raminhos de salsa, o colorau, o sal, a pimenta, os cravinhos de cabecinha, o azeite e a banha. Rega-se tudo com o vinho tinto e deixa-se marinar para o dia seguinte. No dia seguinte leva-se a cozer em forno de lenha, sempre com a caçoila destapada. Quando a carne estiver bem cozida, serve-se da própria caçoila com uma colher de pau, acompanhada com batatas cozidas.
Tigelada
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